sábado, 16 de maio de 2015

Algumas Palavras sobre as Profecias e o Fim do Mundo

Sabe quando você esta com muito sono, mesmo assim não quer dormir, porque a internet é mais interessante do que a cama?
Acreditar em profecias do fim do mundo é a mesma coisa.
Não acreditar em estranhas profecias apocalípticas é como dormir.
As profecias, presságios, crenças, são muito interessantes e algumas bem legais (não estou me referindo a nenhuma no momento).
A bem da verdade, é que ninguém sabe quando o mundo vai acabar, nem se realmente vai acabar.
Do ponto de vista cristão, Jesus deveria ter voltado a mais de mil anos, tipo, alguns meses ou anos após sua crucificação.
Os cristãos estão esperando pela volta dele dês de então, e vão continuar esperando.
Outros acreditam em coisas como terceira guerra mundial, essa sim é bem provável. Depois uma quarta guerra mundial, uma quinta e depois uma sexta guerra mundial.

Enquanto houver humanidade haverá guerra e ódio, faz parte da natureza humana brigar com os diferentes. Conviva com isso!
Vejo pessoas muito religiosas de igrejas/templos/organizações bem semelhantes brigando.
 Se o mundo um dia acabar, será pela mão do homem, e não por causa de uma divindade invisível que tem mais o que fazer do que “destruir um formigueiro com uma mangueira de água fria”.
Agora vem pessoas de muitas correntes religiosas e filosóficas falando coisas como “é o plano de Deus” ou “espíritos inferiores (demônios/alienígenas) estão conduzindo a humanidade a destruição”.
Para a primeira frase só posso dizer, que a divindade não é uma criança que quando se cansa de brincar com um brinquedo quebra ele.
Para a segunda, não acho que qualquer entidade queira conduzir o mundo a destruição, porem ao caos e guerra, como disse acima, o ser humano esta mais pré disposto.

O mundo não vai acabar hoje ou amanha, mas se o mundo acabasse amanha ou algo do tipo catastrófico e mundial acontecesse, isso poderia vir para o bem.
Como diz uma frase muito controversa, “os seres humanos só mostram seu melhor lado nos piores momentos”.
Como naquelas tragédias quando um monte de gente e ongs se reúnem para ajudar os necessitados, e um monte de gente fica falando “se fosse comigo eu gostaria que alguém me ajudasse”.

É claro que existem os espíritos de porco que alem de não ajudarem culpam as vitimas, ou falam que é a vontade de Deus, ou que foi obra das forças do mau, iluminatis, alienígenas ou demônios.

Por: Marcus Vinicius Goes Soares