Quem são os Cavaleiros?
“Cavaleiros
do Passado” é uma forma genérica de me referir a uma egrégora gigantesca e variadíssima
que conta com uma miríade enorme de Cavaleiros, guerreiros, soldados,
gladiadores, sentinelas, guardas e etc.
Eles
são espíritos de pessoas que morreram e também seres do plano astral baseada em
lendas e historias que podem ou não ser baseadas em fatos.
Um
exemplo disso são os Cavaleiros da Távola Redonda (que podem ter existido ou
não) e os Cavaleiros Templários.
Eles
são Templários?
Sim e
Não ao mesmo tempo, em meus rituais eu chamo os Cavaleiros de uma forma “genérica”,
então se um Templário quiser vir e me ajudar eles estarão livre para isso.
Para
que eles Servem?
Proteção
de vários tipos diferentes, guiam em nossas vidas tanto matérias quanto espirituais,
ajudam em problemas, orientação, coragem, bravura, eles afastam pessoas ruins
de perto de nós.
Eles também
servem para atacar e ferir seus inimigos, mas nunca fiz nenhuma magia com eles
para esse fim.
Eles te
deram algum resultado real?
Eles me
guiaram dando ensinamentos, me inspiraram de várias formas diferentes, me
protegeram de várias formas e tantas outras coisas e sinto que isso é só o
começo.
Sinto
que eles tem um plano para mim, mas quase todo religioso acredita que Deus tem
um plano para ele isso faz com que as pessoas se sintam especiais.
Mas os Cavaleiros
quando atraídos são bem mais ativos do que outros espíritos.
Como
trabalhar com eles?
Entrando
para uma Ordem de Cavalaria Mística, ou faça o mesmo que eu faço, monte um
pequeno altar para eles mesmo que seja temporário, faça algumas orações e
oferendas, seja sincero.
Eu
aprendi com eles mais do que com qualquer outra egrégora é que “semelhante
atrai semelhante”, se você fizer uma coisa simples, pura e boa, vai atrair Cavaleiros
com a energia semelhante, se fizer algo cheio de intenções ruins, com medo e de
“qualquer jeito” vai atrair Cavaleiros iguais. Então tome cuidado!
Relato
tirado direto do meu Grimório: Ritual dos Cavaleiros de 08/05/2018
Eu fiz
uma oferenda mais simples dessa vez, pão, cerveja, uma vela prata e um incenso,
coloquei uma monte de flores brancas de cinco pétalas cada, elas não tinham um
cheiro bom e eram pequenas, mas ajudou a enfeitar bastante o altar mais do que
na vez anterior, coloquei quatro facas grandes de cozinha, aquelas tradicionais
“peixeiras”, eu as coloquei em forma de triangulo duplo para cima com as
laminas apontando para fora, para dentro seria como se elas cortassem a vela.
O símbolo
que criei com as peixeiras é um símbolo muito usado em vários exércitos pelo
mundo, ele representa a alta patente militar e a força masculina.
As
quatro facas, o punhal e mais uma pequeno amuleto em forma de espada ajudaram a
atrair a energia masculina e um pouco “agressiva” dos Cavaleiros, nesse ritual
eu usei mais do que o anterior a minha imaginação para visualizar um Cavaleiro
ao meu lado, o momento mais interessante do ritual foi quando eu acendi o
incenso na vela, eu ouvi uma das laminas tremendo sozinha, mas eu nem toquei no
altar, não a como ela tremer sozinha, acredito que foi a energia emanando dela
ou entrando nela.
Estou
apaixonado pela egrégora dos Cavaleiros!
PS: A
Vela prata ficou mais de cinco horas acesa, não me lembro de uma vela como essa
ter ficado acesa por tanto tempo.
Por: Marcus Vinicius Góes Soares
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