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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Comentando o Filme: Rei Arthur e a Lenda da Espada



Aviso: Eu pretendo comentar algumas series e filmes com um olhar místico e espiritual.

King Arthur: Legend of the Sword (2017)

Resumindo sem Spoilers Importantes:

Quando o Arthur ainda era criança a Inglaterra estava em paz, até que em segredo Vortigern o irmão mais novo do rei Uther Pendragon e tio do Arthur faz uma união com o rei dos Magos Mordred que por sua vez vai para uma espécie de torre magica onde libera uns poderes sobrenaturais para a guerra e conjura elefantes gigantes do tamanho de prédios para os magos atacarem o castelo de Camelot, então o rei Uther Pendragon usando a excalibur derrota o rei dos magos e acaba com o ataque. Quando ele pega a espada magica ele ganha super poderes além de qualquer um naquele universo.
Em seguida o rei Uther Pendragon é traído pelo irmão, ele e a esposa morrem e a criança Arthur foge em um barco que lembra a ideia do Moises no rio Nilo. E o Arthur é encontrado por prostitutas e é criado em um bordel.

Arthur cresce as margens da sociedade, não diz claramente, mas fica claro que ele era o chefe do bando dele que vivem meio fora das leis, ele não parece saber que é da realeza, parece que ele esqueceu de tudo, até que ele tira a espada da pedra.  Isso tudo são os primeiros 30 minutos do filme.
Acontece muita coisa em 2 horas e tenho a impressão que esse filme era para ter durado 3 horas, mas muita coisa foi cortada, eu não me lembro do nome de nenhum personagem, tem um monte de personagens, nenhum tem profundidade, eu tive que pesquisar na internet para saber quem era quem.
O filme tem um monte de cortes rápidos, cenas de ação bem rápidas, piadas e humor de vários personagens, mas não chega a cair na galhofa, não é um filme de comedia, o humor existe para dar leveza, tem muitas lutas, muita magia, efeitos especiais bons, e em alguns momentos parecia que eu estava assistindo a um jogo de videogame.
Mas eu gostei do filme, uma pena que o filme foi um fracasso de critica e audiência e não vai ter continuação. Talvez o filme tivesse sido melhor se tivesse sido dividido em dois filmes com 4 horas de conteúdo, assim teria explorado melhor aquele universo.


O filme custou 170 milhoes de dólares, não teve lucro, tem uma nota de 31% no rotten tomatoes. Dirigido por Guy Ritchie que eu considero ser um bom diretor.
Era para esse filme dar inicio a uma franquia de vários filmes, uma pena, eu gosto da temática dos cavaleiros, eu recomendo esse filme como uma distração.

Vamos para o Misticismo:

O filme não tem ligação com as lendas arthurianas  e com os cavaleiros da Tavola Redonda.
Ele é um revisionismo muito grande da lenda.

Ícones das lendas como Merlin, Morgana, os Druidas, as Bruxas, Avalon e o santo graal não aparecem no filme, Merlin é apenas citado como sendo o criador da espada Excalibur.   
A espada Excalibur visualmente ela é linda, tem grifos com letras que se iluminam com o poder quando o rei pega nela com as duas mãos, o usuário ganha poderes como eu já escrevi, eu seguiria esse rei.
Uma versão de Avalon aparece só que sem usar o termo Avalon de fato, em um momento do filme o Arthur vai para um ilhazinha sem nenhum habitante no meio de um lago, uma maga a “Maid” acho que falam o nome dela uma vez no filme, a maga abre um portal nessa ilha para uma outra dimensão mais magica cheia de criaturas que não parecem gostar muito de seres humanos.
Os poderes da maga são parecidos com os das bruxas ou druidas, ela tem o poder de controlar os animais, fazer umas poções, em um momento ela invoca uma cobra gigante, não mostra muito sobre ela ou sobre a cultura dela, como eu escrevi, muita coisa é resumida.
Talvez esses animais gigantes venham dessa outra dimensão, não fica bem claro de onde ele vem, o que parece é que esses seres mágicos eles não são do bem e nem do mal, eles são como forças da natureza que são usados pelas pessoas.
A “Dama do Lago” aparece bem rapidamente como sendo uma espécie de espirito que vive nas águas. Tem muita água nesse filme.
Uma coisa que eu achei interessante é quando o vilão, o Vortigern ele vai no subterrâneo do castelo e lá tem umas criaturas meio humanas, meio polvo, ouvi alguns chamando aqueles seres de “moiras”, e as criaturas pedem para que ele faça um sacrifício de alguém que ama para ter poder, e depois que o sacrifício é feito parece que ele é possuído por uma espécie de Deus da guerra, com poderes sobrenaturais, o que me lembra a ideia de que o poder não vem sem sacrifícios.


O Vortigern ele também esta criando a sua própria torre magica medieval, quando mais alta, mais poder ele tem, ele chega a conjurar uma bola de fogo, o que me lembrou a ideia da “Torre de Babel”, quando mais próximo do céu, mais perto de Deus, mais poder você tem.
Vou dar um spoiler previsível do final, o Arthur vira rei oficialmente, e ele esta criando com as próprias mãos a mesa redonda da Tavola Redonda para seus amigos que são nomeados cavaleiros em uma cerimonia rápida e simples de toque da espada excalibur nos ombros.

Balanço Geral:

A historia do Rei Arthur de um modo geral carrega uma crença de milhares de anos e que não é muito aceita nos dias de hoje. Crença de que o poder esta no sangue, o sangue é sagrado. Existe uma energia especial no sangue de algumas pessoas e portando somente eles podem serem os grandes heróis, os grandes reis e se não forem eles liderando o mundo padece.
Hoje em dia vivemos em mundo democrático em que qualquer um poder vir a ser um grande herói, um grande líder.





Por: Marcus Vinicius Goes Soares 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Respondendo a Algumas Perguntas sobre a Egrégora dos Cavaleiros



Quem são os Cavaleiros?

“Cavaleiros do Passado” é uma forma genérica de me referir a uma egrégora gigantesca e variadíssima que conta com uma miríade enorme de Cavaleiros, guerreiros, soldados, gladiadores, sentinelas, guardas e etc.
Eles são espíritos de pessoas que morreram e também seres do plano astral baseada em lendas e historias que podem ou não ser baseadas em fatos.
Um exemplo disso são os Cavaleiros da Távola Redonda (que podem ter existido ou não) e os Cavaleiros Templários.

Eles são Templários?

Sim e Não ao mesmo tempo, em meus rituais eu chamo os Cavaleiros de uma forma “genérica”, então se um Templário quiser vir e me ajudar eles estarão livre para isso.

Para que eles Servem?

Proteção de vários tipos diferentes, guiam em nossas vidas tanto matérias quanto espirituais, ajudam em problemas, orientação, coragem, bravura, eles afastam pessoas ruins de perto de nós.
Eles também servem para atacar e ferir seus inimigos, mas nunca fiz nenhuma magia com eles para esse fim.

Eles te deram algum resultado real?

Eles me guiaram dando ensinamentos, me inspiraram de várias formas diferentes, me protegeram de várias formas e tantas outras coisas e sinto que isso é só o começo.
Sinto que eles tem um plano para mim, mas quase todo religioso acredita que Deus tem um plano para ele isso faz com que as pessoas se sintam especiais.
Mas os Cavaleiros quando atraídos são bem mais ativos do que outros espíritos.


Como trabalhar com eles?

Entrando para uma Ordem de Cavalaria Mística, ou faça o mesmo que eu faço, monte um pequeno altar para eles mesmo que seja temporário, faça algumas orações e oferendas, seja sincero.

Eu aprendi com eles mais do que com qualquer outra egrégora é que “semelhante atrai semelhante”, se você fizer uma coisa simples, pura e boa, vai atrair Cavaleiros com a energia semelhante, se fizer algo cheio de intenções ruins, com medo e de “qualquer jeito” vai atrair Cavaleiros iguais. Então tome cuidado!

Relato tirado direto do meu Grimório: Ritual dos Cavaleiros de 08/05/2018

Eu fiz uma oferenda mais simples dessa vez, pão, cerveja, uma vela prata e um incenso, coloquei uma monte de flores brancas de cinco pétalas cada, elas não tinham um cheiro bom e eram pequenas, mas ajudou a enfeitar bastante o altar mais do que na vez anterior, coloquei quatro facas grandes de cozinha, aquelas tradicionais “peixeiras”, eu as coloquei em forma de triangulo duplo para cima com as laminas apontando para fora, para dentro seria como se elas cortassem a vela.
O símbolo que criei com as peixeiras é um símbolo muito usado em vários exércitos pelo mundo, ele representa a alta patente militar e a força masculina.
As quatro facas, o punhal e mais uma pequeno amuleto em forma de espada ajudaram a atrair a energia masculina e um pouco “agressiva” dos Cavaleiros, nesse ritual eu usei mais do que o anterior a minha imaginação para visualizar um Cavaleiro ao meu lado, o momento mais interessante do ritual foi quando eu acendi o incenso na vela, eu ouvi uma das laminas tremendo sozinha, mas eu nem toquei no altar, não a como ela tremer sozinha, acredito que foi a energia emanando dela ou entrando nela.

Estou apaixonado pela egrégora dos Cavaleiros!

PS: A Vela prata ficou mais de cinco horas acesa, não me lembro de uma vela como essa ter ficado acesa por tanto tempo.

Por: Marcus Vinicius Góes Soares 



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quarta-feira, 7 de março de 2018

Minha Experiência com a Egrégora dos Cavaleiros


Esse Relato saiu direto do meu Grimório: 

Ontem dia 06/03/2018 eu Fiz um Pequeno e Rápido Ritual para os Cavaleiros do Passado fazendo oferendas para eles, para obter sua amizade, quem me conhece sabe que eu trabalho com varias egrégoras diferentes e os Cavaleiros são uma delas.
Comecei as 23:00 e durou uns 15 minutos, fora os 15 minutos que levei arrumando as coisas.
Antes do ritual tomei um longo banho, seguido por um banho de purificação com alecrim, fazia umas três semanas que eu não fazia nenhuma purificação ou ritual.
Foi o primeiro ritual que de fato os Cavaleiros do Passado foram o foco de um ritual, dês de 2013 quando comecei a trabalhar com a egrégora dos Cavaleiros eu sempre os chamei em meus rituais junto com os dragões, elementais, Deuses, ancestrais, eu nunca havia feito um só para eles, sinto que eles gostaram da atenção especial.
Ofereci como oferenda nozes, bolo de banana, vinho tinto, cerveja, pão integral, e frutas, alem de uma tradicional vela prata e um incenso de Mirra.


O que eu Aprendi e Senti e Uma reflexão sobre o Ateísmo:

Como foi rápido, senti muita pureza, honestidade e simplicidade, emanando de mim e deles também, não esperava por isso, senti que eles estavam me ouvindo, me sentindo, e ser ouvido por uma entidade já é uma grande coisa.
Muitos Ateus e Céticos não acreditam em Deus ou qualquer coisa do gênero espiritual, pois eles não sentem que tenha uma entidade/divindade ouvindo suas orações, eles sentem como se estivessem rezando para o nada, rezando para o vazio.
Eu confesso que muitas vezes eu senti a mesma coisa ao longo dos anos, muitas vezes eu duvidei do divino, minha fé não é inabalável, muito longe disso.
Se a pessoa não sente, ela não acredita.
E eu não culpo ninguém por isso.
Não devemos julgar a vida dos outros ou o que eles aprenderam com suas experiências.
Eu senti varias vezes que estava sendo ouvido, observado, senti a presença e até já vi vultos e sons que eu não podia explicar, não só nesse ritual como em vários outros, por isso eu acredito na magia e no mundo espiritual.
Não me sinto mais especial, e nem melhor do que os outros, sou apenas diferente, e vou seguir meus instintos e continuar sendo diferente.
Eu sou um Cavaleiro Místico, um Cavaleiro Moderno.

Por: Marcus Vinicius Góes Soares  




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